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Ibovespa sobe 1,94% e encerra com a melhor semana em 3 meses

O Ibovespa fechou o dia com alta de 1,94% e 50.865 pontos, encerrando a semana com o melhor resultado em 3 meses, com alta de 3,29%. Apesar do movimento negativo das bolsas no exterior, o índice brasileiro se descolou e fechou positivo. O dólar sobe o dia em 1,48%, cotado a R$ 3,42. O ÍNDICE FECHOU COM A MELHOR SEMANA DOS ÚLTIMOS 3 MESES A lista de maiores altas foi liderada pela Braskem (BRKM5), que subiu 8,53% depois que a Petrobras afirmou não reconhecer as perdas de R$ 6 bilhões em contratos com a petroquímica. Em seguida vem a Embraer (EMBR3) com alta de 6,22%, que mesmo com o resultado “ruim” do balanço de ontem, teve recomendação elevada pelo HSBC, o que animou os investidores. Também

S&P revisa perspectiva de 30 empresas para negativa, 10 perderam valor de mercado

Um dia depois de rebaixar o rating -BBB do Brasil de perspectiva estável para negativa, a Standard & Poor’s revisou ratings de 30 empresas, também de estável para negativa. Além disso, a agência manteve perspectivas e notas de créditos de 5 empresas como “estável” e de 2 empresas como negativa em ambos ratings. Há também a lista de empresas que não foram afetadas pelo rebaixamento do rating do Brasil. Dentre as 30 empresas que tiveram a perspectiva rebaixada, 15 delas são listadas na Bovespa, e das 15 empresas listadas, 10 perderam valor de mercado ao compararmos janeiro e junho desse ano. Abaixo, confira a lista completa das empresas que tiveram a perspectiva rebaixada de estável para negat

Contas do governo central tem o pior resultado de junho desde 1997

No mês passado, as contas do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) registraram déficit primário de R$ 8,206 bi. Esse foi o pior resultado para meses de junho da série histórica, iniciada em 1997. No acumulado do semestre, o saldo negativo foi de R$ 1,597 bilhão (0,06% do PIB). Essa foi a primeira vez que as contas registraram déficit primário no primeiro semestre, desde o início da série histórica. Para o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, os resultados não significam que o governo está relaxando em termos fiscais e que o desempenho fraco da economia está afetando direto a arrecadação de impostos. Contudo, ele ressalta que arrecadação vem num n

Ibovespa cai -0,69% com provável elevação de juros pelo Fed em setembro

O Ibovespa fechou o dia de pregão com queda de -0,69%, atingindo 49.897 pontos. A bolsa teve uma virada após o início das operações norte-americanas, quando começaram a refletir sobre os dados do PIB, que para alguns analistas, aponta para uma alta dos juros pelo Federal Reserve, que deverá ocorrer em setembro. ATÉ AS 10:30 O ÍNDICE OPERAVA EM ALTA, AS 10:35 INICIOU SEQUÊNCIA DE QUEDAS. O índice brasileiro chegou a operar com valorização positiva de quase 1% no começo da manhã, mas teve movimento revertido com o início e queda das bolsas dos EUA. Os índices Dow Jones e S&P 500 começaram o dia recuados após Fomc acenar para uma alta dos juros ainda em setembro, mas acabaram o dia com inexpres

Ibovespa sobe 1,30% e dólar cai para R$ 3,33; Fomc amenizou alta da bolsa

O Ibovespa fechou segunda alta consecutiva com 1,30% e 50.245 pontos, os ganhos que estavam caminhando para maiores, foram amenizados pela decisão da Fomc (Federal Open Market Comittee), que apesar de ter mantido a taxa inalterada, no nível atual de 0% a 0,25%, deixou em aberto uma possível alta dos juros na próxima reunião, que acontecerá em setembro. O dólar reagiu caindo 1,18%, cotado a R$ 3,33. Além disso, o índice brasileiro também foi influenciado pelos dados fracos de vendas de moradias em junho nos EUA, que caíram 1,8% em relação a maio, frente uma expectativa de alta de 1%. Outro fator que ainda fica no radar é a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que deverá decidir so

Dólar pode chegar em R$ 3,70 ainda este ano, diz economista

Depois que a Standard & Poor’s (S&P) mudou a perspectiva de rating do Brasil, colando o país um degrau acima do especulativo, fez a bolsa despencar em 5 minutos e o dólar disparar. Ontem, o câmbio chegou a ser cotado a R$ 3,43, a maior alta desde 2003. Em artigo no site da empresa NGO Corretora de Câmbio, cujo economista é diretor-presidente, Sidnei Moura Nehme, a alta do dólar ainda era amena antes do anúncio do governo do corte na meta do superávit primário. Contudo, esse cenário mudou após a divulgação do governo, para ele, ficou evidente que a projeção para este ano é efetivamente deficitária. Nehme explica que a decisão do governo em reduzir a meta do superávit de 1,1% para 0,15% do PIB

Ibovespa sobe 1,78%, ganhos foram amenizados com corte da S&P

O Ibovespa fechou com alta de 1,78% e 49.602 pontos, depois de sete pregões consecutivos de queda. O índice seguia em forte alta quando a agência de classificação de riscos Standard & Poor’s decidiu cortar a nota soberana brasileira de “estável” para “negativa”. ÀS 13H10 O ÍNDICE SOMOU REDUÇÃO DE -1,26%, PERDENDO MAIS DE 600 PONTOS EM 5 MINUTOS - VALEBROKER O movimento de alta da bolsa brasileira, além de correção da derrocada dos últimos 7 pregões, foi o reflexo das bolsas internacionais e cenário externo, os índices S&P 500 e Nasdaq subiam 1,28% e 0,91%, respectivamente. Na China, o cenário é de otimismo frente a sinais de que o pais irá continuar tomando medidas para conter a volatilidade

Petrobras venderá TAG; Bolsa de Xangai cai 11% em três dias

O Conselho de administração da Petrobras aprovou na última sexta-feira, 24, a reestruturação e venda da Transportadora Associada de Gás (TAG), que opera os gasodutos da companhia. A TAG é o primeiro ativo na lista de desinvestimento da Petrobras. Além do anúncio da venda de seu primeiro ativo, a Petrobras também apresentou o cronograma para a oferta pública inicial de ações (IPO) da BR Distribuidora, prevista para acontecer ainda este ano. Foi discutido também o preço dos combustíveis, concluindo que não há condições de mercado para reajuste da gasolina no momento. Em discurso, o presidente Aldemir Bendine citou também a Sete Brasil e sua reestruturação, a aprovação do conselho sobre a compa

Ibovespa cai -1,06% com queda no mercado asiático

O Ibovespa fechou o dia de pregão com queda de -1,06%, atingindo 48.736 pontos, após encerrar com a pior semana do ano, a bolsa tem um novo recorde: a pior sequência em 29 meses. Apesar de ter tentado se reerguer durante alguns momentos do pregão, o índice brasileiro foi influenciado pelo pessimismo no mercado asiático, após a queda da bolsa de Xangai em -8,48%. A lista de maiores quedas foi liderada pela Braskem (BRKM5) com queda de -10,11%, após denúncias sobre contrato de nafta com a Petrobras, que também figurou o ranking com peso na queda de hoje com -6,04% nas ordinárias (PETR3) e -5,28% nas preferenciais (PETR4), seguida de Gerdau (GOAU4) com -5,77% e Sid Nacional (CSNA3) com -4,51%.

Queda da bolsa de Xangai em 8% pressiona índices asiáticos

A bolsa de Xangai despencou -8,48% após dados fracos das grandes empresas industriais da China, essa foi a maior baixa desde fevereiro de 2007. E o movimento foi seguido por todas as bolsas asiáticas, Hang Seng caiu -3,09% e Nikkei -0,95%. O dado que indicou a contração na produção do país, foi o índice PMI (Índice Gerente de Compras), que ficou em 48,2, abaixo de 50, que é o limite do sinônimo de contração. Para contribuir com a má notícia, a apreensão do mercado mundial para a reunião do Federal Reserve se junta ao pessimismo dos dados apresentados pelo país. Só no início de junho, as bolsas da Ásia recuaram quase 6%, devido às incertezas por conta das baixas no mercado chinês e a novela d

Ibovespa encerra com a pior semana do ano, com queda de -6%

O Ibovespa fechou o dia de pregão com queda de -1,13%, atingindo 49.246 pontos, encerrando a semana como a pior desde o início do ano, com queda de –6%. No sentido contrário, o dólar disparou nesse mesmo período 4,7%, cotado hoje à R$ 3,35. Esse movimento do mercado se intensificou após o anúncio do governo do corte na meta fiscal. DESDE SEXTA-PASSADA, O IBOVESPA TEVE 6 QUEDAS CONSECUTIVAS - VALEBROKER A lista de maiores quedas foi liderada pela Eletrobras (ELET3) com -6,57%, seguida da Rumo (RUMO3) com -6,12%, Cemig (CMIG4) com -5,72%, Gafisa (GFSA3) com -5,49% e Braskem (BRKM5) com -4,13%. Do total de 66 papéis, apenas 11 fecharam positivos, dentre eles os bancos Bradesco, com 0,79% nas pr

Confiança do consumidor tem novo recorde negativo

A Confiança do consumidor vem tendo uma sessão de recordes negativos este ano, segundo nova pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador caiu 2,3% de junho para julho, chegando nos 82 pontos. Se comparado a julho de 2014, a redução é bem maior, de 23,1%. A coordenadora da pesquisa, Viviane Bittercourt, diz que a queda em 2015 tem sido influenciada pela insatisfação e pessimismo das famílias em relação à economia e a piora na situação financeira. “Diante desse cenário, o consumidor retrai seu ímpeto para compras diminuindo ainda mais as possibilidades de melhora no cenário atual”, completa. Ainda segundo a coordenadora da pesquisa, o quesito que mais contribuiu, com o dado negativo

Valemobi confere segurança a Prevenção à Lavagem de Dinheiro

VALEMOBI prepara sua Corretora para Prevenção à Lavagem de Dinheiro O Ofício 068/2015 da BM&FBovespa faz referência ao PQO - Programa de Qualificação Operacional - e trata da adequação das corretoras as regras do Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários e regras da BM&FBovespa que estão diretamente relacionadas a Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD). “O Participante deve adotar e implementar regras, procedimentos e controles internos que viabilizem a fiel observância das disposições previstas na regulamentação vigente sobre prevenção à lavagem de dinheiro.” A Valemobi possui e disponibiliza o módulo de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) em sua solução. A solução controla e mantém

Vale tem recorde na produção; Natura e Fibria divulgam resultados; Moody’s rebaixa Rumo

A temporada de divulgação de resultados do segundo trimestre começou, e a Vale tem protagonizado um dia de boas notícias com a divulgação do relatório de produção. Junto com ela, Natura e Fibria também tem dia de resultados, já a Rumo, tem dia negativo e cota em centavos na bolsa, depois que a Moody’s rebaixou o rating da companhia. A Vale (VALE3;VALE5) animou o mercado quando divulgou o relatório de sua produção do segundo trimestre. Sua produção própria de minério teve número recorde, foi o maior da história para um segundo trimestre. A produção foi de 85,3 milhões de toneladas de minério no período, contra 79,5 milhões de toneladas para o mesmo trimestre do ano passado. A Natura (NATU3) q

Ibovespa cai -1,08% com corte na meta fiscal

O Ibovespa fechou com queda de -1,08%, atingindo 50.916 pontos, depois que a presidente Dilma se convenceu da necessidade de redução na meta do superávit fiscal. Os investidores agora aguardam o anúncio oficial da redução e de novos cortes nas despesas, redução do superavit deverá ser de 1,1% para 0,15% do PIB brasileiro, segundo informações do jornal Estadão. Também continua no radar as explicações do governo para as “pedaladas fiscais”, sendo hoje o último dia que a presidente Dilma Rousseff tem para explicar e não ter suas contas de 2014 reprovadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Do lado positivo do mercado, a notícia foi o veto da presidente Dilma ao projeto que reajusta o salári

Dilma decide reduzir meta fiscal e fazer novo corte de gastos

A presidente Dilma foi convencida da necessidade de reduzir a meta do superávit primário, já que as perspectivas de chegar até o fim do ano com a meta atual não são boas. Além disso, foi sugerido, pelo Ministro do Planejamento, Nelson Barbora, da necessidade de novo corte de despesas no Orçamento da União, em cerca de R$ 10 bilhões. Esses novos números constarão no relatório que será divulgado hoje. Inicialmente, o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, era contra uma redução no ajuste fiscal, por achar que o mercado financeiro pudesse receber mal essa mudança, como forma de mais afrouxamento fiscal. Ao ser questionado ontem, após sair da reunião e conversar com jornalistas, se uma redução na me

Ibovespa cai -0,24%, ofuscando alta com pesquisa sobre Dilma

O Ibovespa fechou com queda de -0,24%, atingindo 51.472 pontos, menor desempenho desde o fim de março, quando atingiu os 51.150 pontos. O índice hoje passou por ganhos e perdas, as 10h25 o índice começou com uma alta que seguiu até as 11h, influenciada pela pesquisa CNT/MDA, que mostrou que a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff sofreu queda, saindo de 10,8% para 7,7%. A avaliação negativa chegou em 70,9%. Pesquisa divulgada hoje, mostra que Dilma supera FHC e atinge o pior nível de aprovação. A pesquisa também abordou um eventual pedido de impeachment da presidente, sendo que 62,8% dos entrevistados disseram que são a favor da saída da petista, enquanto 32,1% são contr

Fundo Soberano vende ações do Banco do Brasil como medida de ajuste fiscal

Como aumento no reforço para garantir o cumprimento da meta fiscal, o governo iniciou no mês passado, a venda das ações do Banco do Brasil pelo Fundo Soberano do Brasil (FSB), que detinha, em junho, cerca de 3,86% do capital total da companhia. Esse fundo é uma espécie de poupança que o governo reserva para usar em momentos em que existe necessidade de receitas. Apesar da venda do primeiro lote, no valor de R$ 1 milhão, ter iniciado em junho, o mercado só percebeu isso há poucos dias, o Ministério da Fazenda só confirmou a operação no dia 16 desse mês, quando os papéis da companhia na Bovespa despencaram mais de 3%. As demais operações ocorreram nos primeiros 15 dias de julho, em que foram v

Ibovespa cai -1,42% com tensões políticas

O Ibovespa fechou com queda de -1,42% e 51.600 pontos, emendando a queda da última sexta-feira, que já vinha com pressões do cenário político brasileiro. Apesar da melhora no cenário externo, com boas notícias da Grécia, o índice brasileiro segue o pessimismo do ambiente doméstico. A avaliação da Moody’s com a atual desavença entre o governo e o congresso piora ainda mais as perspectivas para o rating. Na Grécia, as notícias são boas: os bancos voltaram a funcionar, com algumas limitações, como saques máximos de 420 euros por semana; além disso, o FMI confirmou que a Grécia pagou a dívida atrasada e não está mais inadimplente com a autoridade. A crise no cenário político doméstico ofuscou os

Brasil pode ser rebaixado com fragilidade de Dilma

Segundo Paulo Rabello de Castro, sócio de uma agência brasileira de classificação de riscos, o Brasil nunca mereceu o grau de investimento, e que as agências internacionais devem chegar a essa conclusão em breve. Ele se refere ao rating que atualmente o Brasil está no nível de investimento Baa2, caso na visita da Moody’s ao Brasil, os técnicos que avaliam a nota do país, considerem que a junção de uma economia fraca, crise política e fragilidade do governo de Dilma, comprometem a recuperação e o crescimento da economia, o rebaixamento do rating poderá, de fato, acontecer. Segundo o site da Exame, a cientista política Kathryn Hochstetler, do Canadá, estudou os presidentes latino-americanos qu