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Estrangeiros em busca de barganhas atraídos por ações mais baratas e câmbio mais convidativo

08.07.2015

Investidores Locais

 

Na primeira metade de 2015 os investidores locais se deixaram abater pela continuação de notícias ruins tanto no cenário econômico como no político. Saíram da bolsa de valores aproximadamente R$24.2 bilhões, sendo que desse montante, aproximadamente R$2.5 bilhões saíram de investidores individuais. O restante, quase R$21.7 bilhões, representa a saída de grandes investidores institucionais domésticos.

 

O cenário econômico futuro continua nebuloso. O Índice de Confiança da Indústria (FGV) passou de 71,6 para 68,1 pontos em junho. O Índice de Confiança de Serviços e Índice de Expectativas, ambos medidos pela FGV, também caíram em junho. Mais de 50% dos empresários do setor de serviços avaliam o ambiente de negócios como ruim. A expectativa de inflação vem sendo ajustada para cima nas projeções dos principais economistas e já atingiu a casa do 9%. Os juros estão cada vez mais atraentes frente ao risco de um cenário econômico e político incerto.

 

 

Estrangeiros reduzem ritmo de compras

 

A alta do dólar torna as ações brasileiras mais baratas para os gringos, que recebem mais reais ao ingressar no país com seus recursos e que procuram pechinchas criadas pela queda dos preços. Os estrangeiros, responsáveis por mais de metade do volume operado no Bovespa, compraram no semestre R$21.7 bilhões a mais que venderam. Olhando para o mês de junho o padrão se repete, os investidores institucionais domésticos continuam reduzindo sua exposição ao Bovespa, tendo vendido R$2.76 bilhões a mais do que compraram em ações. Os estrangeiros, apesar se manterem nas compras, reduziram o tamanho de suas apostas, tendo comprado R$2.38 bilhões a mais do que venderam – uma redução de ritmo se comparada a média líquida de compras de R$3.78 bilhões dos 5 primeiros meses do ano.

 

Estrangeiro responde por 53,8% do volume de compras

 

A participação dos estrangeiros nos negócios nesse 1º semestre ficou 52,52% do volume negociado, a maior para o 1o semestre da história da bolsa. Esse percentual significa que, de cada R$ 100 em compras e vendas de ações feitas na Bovespa em fevereiro, R$ 52,52 foram de estrangeiros.

 

 

 

Pessoa física perde espaço

 

O crescimento dos estrangeiros acompanha a forte redução da fatia das pessoas físicas no volume, de 30,5% em 2009 para 13,8% este ano.

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