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China aumenta em 40% a compra de carne suína no 1º quadrimestre

As exportações brasileiras de carne suína permanecem aquecidas, com aumento de 40% na demanda chinesa no primeiro quadrimestre ante mesmo período de 2020, de acordo com o AgroConab, a análise mensal feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).


De acordo com o levantamento, apesar de os preços da carne suína no mercado interno estarem em queda nos últimos meses, houve um aumento acentuado nas importações do Chile, Argentina e Filipinas.


O estudo retrata um balanço mensal sobre o agronegócio, com informações sobre balança comercial, preços (internos e externos), quadro de oferta e demanda e perspectivas de curto e médio prazo para as culturas de arroz, feijão, soja, milho e trigo.


As cotações da carne de frango vivo e congelado sofreram elevação em reflexo à alta nos custos de produção, aumentando os preços no mercado nacional.

“Quando comparamos o cenário atual com o mesmo período do ano passado, o aumento ao produtor em SP é de 90,83%, mas no atacado paulista, é de 29,73%, o que indica dificuldade de repasse dos aumentos de custo ao longo da cadeia”, informou Allan Silveira, Superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab. “Com o aumento do consumo interno e das exportações, a expectativa é que os alojamentos mensais de pintainhas de corte cresçam em 2021, batendo recordes”, finalizou.

Já a arroba carne bovina passou por uma valorização de mais de 50% desde abril do ano anterior, resposta ao aumento dos custos de produção, incertezas causadas pela pandemia e menor oferta de animais para abate.


A China se destacou nas importações, com crescimento de 22% nas importações do produto nos primeiros quatro meses deste ano.

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