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Governadores solicitam auxílio emergencial de R$ 600 ao Congresso; mercado reage

Em carta direcionada aos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-GO), nesta quarta-feira, 24, dezesseis governadores pediram a modificação e aprovação do valor de R$ 600 para o novo auxílio emergencial.


A carta, divulgada pelo movimento Rede Renda Básica Que Queremos, pede a adoção urgente de medidas necessárias para superar a proposta do governo.


No documento, os governadores buscam a aprovação do novo valor das parcelas, para R$ 600, nos mesmos moldes de cadastro no programa do ano anterior.

Na semana passada, os valores noticiados foram de R$ 150, R$ 250 e R$ 375, e devem ser pagos a partir de 06 de abril.


Além disso, na proposta do governo, 22,6 milhões de brasileiros seriam excluídos do programa e deixados sem o benefício, devido a alterações nas regras de cadastro.


Segundo o texto, a mudança é essencial para garantir segurança de renda à população, dada a crise vivida por conta da pandemia do Covid-19, que atingiu seu momento mais grave.


“Entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável”, diz a carta.


Entretanto, o mercado financeiro não reagiu bem ao cenário.


O Ibovespa (principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo) caiu 1,06%, fechando em 112.064,19 pontos, sua mínima do dia.


Na máxima intradiária, atingiu 114.822,60 pontos.