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Ibovespa cai 0,33% com cortes da agência S&P e coletiva de Levy; dólar avança


O Ibovespa encerrou a quinta-feira com queda de -0,33% a 46.504 pontos. A bolsa brasileira chegou a atingir mínima de -2,3% após a agência Standard & Poor’s rebaixar a nota do rating do Brasil.

As perdas foram zeradas por volta das 13h45, com notícia no ValorPro de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, iria anunciar essa tarde em coletiva, cortes nas despesas para o Orçamento de 2016, que teria sido terminado pela presidente Dilma Rousseff. Mas isso não aconteceu, frustrando os investidores e levando o índice para nova queda.

A agência de classificação S&P também anunciou nessa quinta-feira, o rebaixamento do rating de diversas empresas, inclusive da Petrobras, saindo de “BBB-“ para “BB” e perspectiva negativa. A Ambev também entrou na lista, de “A” foi para “A-“, também perspectiva negativa. Além delas, Eletrobras e Comgás também estão na lista.

O dólar subiu após corte da S&P, avançando 1,34%, cotado a R$ 3,85.

A lista de maiores quedas do índice foi liderada mais uma vez pela Smiles (SMLE3) com queda de -10,05%, seguida da Gol (GOLL4) que caiu -5,31%, Petrobras (PETR4) com queda de -5,01%, Rumo Logística (RUMO3) com queda de -3,93% e MRV (MRVE3) com queda de -3,78%.

O volume total negociado na Bolsa foi de R$ 7,70 bilhões. As empresas que mais negociaram em relação ao seu próprio volume, conforme nosso indicador, “Δ Volume IBOV", foram Souza Cruz (CRUZ) com 245%, Localiza (RENT3) com 226%, Usiminas (USIM5) com 214%, BB Seguridade (BBSE3) com 213% e BR Malls (BRML3) com 210%.

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