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IPO da Cruzeiro do Sul movimenta R$ 1,23 bilhão

A Cruzeiro do Sul definiu o preço por ação em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) a R$ 14, valor abaixo da faixa estipulada pelos coordenadores da operação, que ia de R$ 16,40 a R$ 19,60 por ativo.


Com isso, depois do encerramento do procedimento de bookbuilding, a oferta movimentou R$ 1,23 bilhão. Desse montante, R$ 1,07 bilhão corresponde à tranche primária, ou seja, quando os recursos captados vão direto para o caixa da companhia.


Já os outros R$ 160,65 milhões fazem parte da oferta secundária de ações, quando os atuais acionistas vendem suas fatias. Os fundos geridos pela BRL Trust e pela Magnetis são sócios vendedores.


As ações serão negociadas no Novo Mercado da B3 a partir da próxima quinta-feira, 11, sob o ticker CSED3.


Em nota, a Cruzeiro do Sul diz que pretende utilizar o montante captado na oferta primária para realizar operações de fusões e aquisições (90%) e expandir os investimentos ‘greenfield’ (10%).


O IPO foi coordenado por BTG Pactual, em conjunto com Bradesco BBI, BofA, Morgan Stanley e Santander Brasil.


Sobre a Cruzeiro do Sul


Fundada há mais de 50 ano em São Miguel Paulista, a companhia consolidou-se como o 4º maior grupo de ensino do país, levando em conta a posição de mercado com base na quantidade de alunos ativos.

Conforme apurado em 30 de setembro de 2020, conta com uma média anual de 330 mil alunos e 25 campi.


Além da marca Cruzeiro do Sul, a empresa também é dona da Unicid, UDF Centro Universitário, Universidade Positivo, entre outras.