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Lucro do Grupo SBF tem queda de 91,1% no 4º tri

O Grupo SBF (SBFG3), controlador da Centauro, Fisia e NWB, divulgou seus resultados do quarto trimestre, com lucro líquido de R$ 15 milhões, redução de 91,1% sobre 2019.


Em 2020, teve um prejuízo de R$ 113 milhões, ante o lucro de R$ 310 milhões do ano anterior.


Nos últimos três meses, a receita líquida da empresa mostrou elevação de 28,3% em relação a 2019, totalizando R$ 1 bilhão, sendo que R$ 924 milhões foram provenientes da Centauro.

Já no acumulado do ano, sua receita líquida fechou em R$ 2,4 bilhões, um recuo de 5,4% sobre 2019.


O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 171 milhões no trimestre em análise, alta de 2,8% em relação ao ano anterior.


No ano como um todo, o Ebitda ajustado mostrou diminuição de 51,2% sobre 2019, fechando em R$ 225 milhões.


Enquanto isso, a margem Ebitda ajustada do período teve queda de 4 pontos percentuais (p.p), a 15,5%.


Em 2020, esta margem foi de 9,3%, recuo de 8,8 p.p sobre o ano anterior.


A empresa apresentou R$ 361,3 milhões em despesas operacionais ajustadas no último trimestre do ano, elevação de 24,8% se comparado ao mesmo período de 2019.


No acumulado, teve aumento de 7,4%, a R$ 1 bilhão.


O Fluxo de Caixa de Atividades Operacionais da companhia foi de R$ 181,6 milhões no período, crescimento de 15,8% ante 2019, resultado da recuperação do Ebitda Centauro e da geração de caixa operacional da Fisia.


No ano, acumulou R$ 226,6 milhões, alta de 52,6%, fruto da utilização de créditos fiscais e das iniciativas para geração de caixa que foram tomadas durante a pandemia.

Em 2020, o Fluxo de Caixa de Investimentos foi negativo em R$ 1,09 bilhão, influenciado pela aquisição da Fisia.


Desse modo, a variação de caixa total do grupo foi de R$ 940,8 milhões negativos nos últimos três meses do ano e de R$ 408,9 milhões positivos no ano todo.


O Capex do trimestre foi de R$ 57,3 milhões, uma redução de 28% quando comparado aos R$ 79,6 milhões de 2019.


Esta queda foi fruto da diminuição de investimento em reformas e novas lojas, feita a fim de preservar caixa devido às incertezas da pandemia.