Smart Fit define faixa em IPO e pode movimentar mais de R$ 2 bilhões
- Valemobi
- 23 de jun. de 2021
- 2 min de leitura
A Smart Fit definiu a faixa indicativa de ações entre R$ 20 e R$ 25 em sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na B3, a bolsa brasileira.
Com isso, a oferta poderá movimentar até R$ 2,5 bilhões, considerando o topo da faixa estipulada pelos coordenadores da operação e com a quantidade inicial de 100 milhões de ações.
No documento entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que o IPO poderá ser acrescido, caso haja demanda, em 20% de ações adicionais, além de um lote suplementar de 15% do total inicial.
De acordo com o prospecto da Smart Fit, o preço por ação será definido no dia 12 de julho, após o encerramento do procedimento de bookbuilding.
Já os papéis devem estrear na Bolsa de Valores de São Paulo em 14 de julho, sob o ticker de negociação SMFT3.
Segundo a rede de academias, os recursos provenientes da oferta serão utilizados para:
Retomada do plano de crescimento de academias Smart Fit
Aquisição de ações da SmartEXP
Oportunidades de aquisições estratégicas
Investimentos em iniciativas para o desenvolvimento e fortalecimento do ecossistema fitness da companhia
Os coordenadores da operação são Itaú BBA, Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander Brasil e ABC Brasil.
Aporte garantido
Mesmo antes de dar a largada, o IPO da Smart Fit já conta com investidores de peso. A gestora Dynamo, que já é acionista da maior rede de academias, separou o valor de R$ 350 milhões para a operação e, com isso, vai aumentar sua fatia na empresa.
O Canada Pension Plan Investment Board (CPP) e a Novastar, afiliada do GIC Special Investments, também vão ancorar a oferta inicial da Smart, totalizando R$ 750 milhões.
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O que é bookbuilding e para que serve?
De um modo resumido, o bookbuilding é o processo utilizado para definir um preço justo para o IPO ou oferta subsequente de ações (follow on), que seja adequado à intenção de compra dos investidores.
Por isso, durante o processo, os coordenadores da oferta estudam e avaliam a demanda de seus ativos no mercado. Assim, eles conseguirão estimar o preço que poderá praticar e a quantidade de ações ou títulos que poderão ser oferecidos. Veja mais detalhes aqui.



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