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Ibovespa encerra agosto como pior mês do ano

O Ibovespa fechou o dia com queda de -1,12% e 46.626 pontos e encerra o mês de agosto registrando o pior mês do ano, com queda de -8,33%. O tombo poderia ter sido maior se a mínima do dia tivesse se mantido, a bolsa chegou a atingir -3,36% essa segunda-feira, mas teve perdas amenizadas com melhoras da Petrobras e Vale. A forte queda na bolsa brasileira ocorreu depois que o Orçamento da União de 2016 foi encaminhado ao Congresso Nacional hoje, prevendo déficit primário de R$ 30,5 bilhões, o que representa 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). O governo anunciou o rombo após desistir da ideia de recriar a CPMF (o imposto do cheque). O dólar subiu 1,17% e é cotado a R$ 3,63. A melhora no índice

Relatório Focus mostra retração de -2,26% no PIB em 2015

O Relatório Focus, que consolida as projeções de economistas de instituições financeiras, foi divulgado hoje pelo Banco Central com diversos aspectos da economia brasileira. A previsão do PIB (Produto Interno Bruto) saiu de uma retração de -2,06%, para -2,26% em 2015 e de -0,24% para -0,40% em 2016. O indicador que mostra as projeções do IPCA para 2015, sofreu leve queda, o mercado financeiro prevê uma inflação de 9,28% no fim do ano, contra 9,29% projetados anteriormente. Ainda assim, continua acima da meta estabelecida pelo governo de 6,5% ao ano. Já para 2016, o indicador foi elevado de 5,50% para 5,51%. Em ambos os períodos, a taxa Selic foi mantida inalterada, sendo de 14,25% para 2015

PIB do Brasil cai 1,9% no 2º trimestre e economia entra em recessão técnica

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nessa sexta-feira o resultado do PIB do 2º trimestre de 2015, indicando queda de -1,9%, indicando uma recessão técnica, quando dois trimestres seguidos são de queda. Analistas esperavam por uma queda entre -1,4% e -1,9%. 18 instituições ouvidas pelo Valor Data, a expectativa era de uma retração de -1,7% no trimestre e -2% no ano. Em comparação ao mesmo trimestre do mês passado, a queda foi de -2,6%. Já nos quatro últimos trimestres em relação aos 4 anteriores, a queda foi de -1,2%. O resultado do PIB do 1º trimestre foi divulgado anteriormente em queda de -0,2%, mas foi revisada para -0,7%, constituindo uma recessão técnica. S

Ibovespa cai -1,18% com Fed e PIB indicando recessão

O Ibovespa fechou o dia com queda de -1,18% e 47.154 pontos, influenciado por fala do vice-presidente do Federal Reserve, Stanley Fischer, de que a elevação dos juros em setembro ainda é possível. A expectativa ainda foi confirmada pela presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester. Também teve peso no pessimismo do pregão, o resultado do PIB do 2º trimestre, mostrando uma recessão técnica da economia brasileira. Ainda repercute no mercado doméstico, rumores sobre a volta da CPMF. Reportagem da Folha de S. Paulo aponta que Michel Temer teria negado ajuda a presidente Dilma Rousseff nessa sexta-feira para recriar a CPMF, que traria uma arrecadação de R$ 70 bilhões. O dólar subiu 0,91%, cotad

Por enquanto só há burburinhos, diz Temer sobre volta de CPMF

Nessa manhã os canais de comunicação foram tomados por uma notícia: a volta do CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) – os impostos sobre movimentações financeiras. Segundo jornais, a volta do tributo popularmente conhecido como o “imposto do cheque”, estaria sendo estudada e defendida pelo governo Dilma, para fechar as contas de 2016. Segundo matéria do Valor, para fechar a conta, o governo teria que cobrir um rombo de R$ 80 bilhões nas contas da União, é como se o governo já começasse o ano com déficit primário de 1,3% do PIB. Segundos relatos, na proposta orçamentária o governo incluiria a recriação da CPMF. O governo tem até o dia 31 para apresentar uma proposta que

Ibovespa sobe forte pelo segundo dia seguido; registrando maior alta do ano

O índice brasileiro encerrou a quinta-feira com alta de 3,64% a 47.715 pontos, marcando mais um recorde para o ano e ensaiando para melhor semana desde o fim de abril e a segunda positiva em uma série de sete. A disparada dessa quinta-feira foi especialmente influenciada por altas de ações de empresas ligadas a commodities como Petrobras, Vale e siderúrgicas. A Petrobras e a Vale só no pregão de hoje tiveram altas de 11,28% (PETR3) e 11,26% (VALE3) nas ações ordinárias, figurando o topo do ranking de maiores altas do índice brasileiro. A Petrobras saltou devido disparada no preço do petróleo em mais de 9%. O dólar caiu -1,36%, cotado a R$ 3,55. O índice caminhava para uma alta ainda maior, c

Ibovespa registrou ontem a maior alta do ano, China e Japão devem ajudar hoje

O índice brasileiro encerrou a quarta-feira com a maior alta do ano, avançando 3,35% a 46.038 pontos, influenciado pelo cenário doméstico e internacional. No Brasil, o “recuo” de Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao aceitar o prazo de validade para 1º de janeiro de 2019 no reajuste da CSLL em 20%. Nos EUA, após fala do presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley, as expectativas são de que os juros só serão elevados em 2016. Hoje o mercado acorda com uma Asia em alta, Shanghai fechou a 5,35%, Hag Seng 3,60% e Nikkei 1,07%. O mercado futuro nos EUA tambem gera boa expectativa com todos os indices apontando para um dia positivo. Agora (8:58am) temos os futuros do DOW a 3,95 %, Nasdaq 4,2

Ibovespa fechou ontem com leve alta de 0,47%, futuros nos EUA apontam para dia positivo

O que parecia ter sido um momento de alívio ontem após anúncio de estímulos na China, não durou muito tempo. Os principais índices norte-americanos viraram para queda após o mercado demonstrar que qualquer reação positiva às medidas tomadas na China, é precipitada. Os índices que chegaram a atingir alta de 2,3%, viraram para queda; Dow Jones fechou caindo -1,29% a 15.666 pontos, Nasdaq recuou -0,45% a 4.506 pontos e S&P caiu -1,33% a 1.868 pontos. Hoje os indices futuros nos EUA apontam neste momento para alta com o Dow Jones +2,02% e S&P +2,24%. O dólar ontem subiu 1,57%, ultrapassando a barreira dos R$ 3,60. Antes da reação negativa quanto à precipitação do mercado, que ocorreu no fim do

Bolsas europeias reagem a estímulo na China; Futuros de EUA e Ibovespa sobem

Depois de mais uma sessão de queda protagonizada pela bolsa de Shangai nessa terça-feira, com queda de -7,63%, o governo chinês anunciou medidas de injetar mais liquidez na economia por meio de redução de compulsório e corte de juros. As medidas foram anunciadas depois do fechamento do mercado acionário da Ásia. O Banco Central chinês anunciou uma série de medidas para conter a baixa dos mercados, como o corte na taxa de compulsório e da taxa de empréstimos, que eram amplamente aguardados pelo mercado. A queda na bolsa de Xangai de ontem, influenciou todo o mercado internacional para queda, inclusive os EUA, que registraram a pior pressão em quatro anos em meio as preocupações com a China. N

Ibovespa ameniza perdas com EUA e encerra dia com queda de -3,02%

O Ibovespa fechou o dia com queda de -3,02% a 44.336 pontos, num dia de pânico causado pela preocupação com a China. A bolsa brasileira chegou a atingir a mínima de -6,5% na primeira hora do dia, mas teve perdas amenizadas depois que índices norte-americanos recuperaram parte da performance negativa, encerrando o pregão com Dow Jones recuando -3,58%, S&P com -3,94% e Nasdaq com -3,82%. O dólar subiu 1,62%, cotado a R$ 3,55, atingindo a máxima em 12 anos. As bolsas europeias seguiram o mau humor do mercado asiático, principalmente a derrocada do índice de Shangai, que encerrou a segunda-feira com queda forte de -8,46%. Na Alemanha, o índice DAX encerrou com queda de -4,7%, o índice Euro Stoxx

Bolsas mundiais despencam com cenário da China; Ibovespa abre com -5%

As bolsas europeias e os índices futuros dos mercados acionários operam em forte baixa com cenário de desaceleração da China, que vem ameaçando o país nos últimos dias. A preocupação é quanto ao ritmo de crescimento da economia mundial. A derrocada das bolsas iniciou-se com a queda da bolsa de Shangai, que recuou essa segunda-feira -8,5%, levando o mau humor para os mercados acionários da Ásia, Pacífico e Europa. Os índices de Japão e Austrália encerraram a segunda-feira com quedas de mais de 4%. A queda dessa segunda na bolsa chinesa foi a pior em oito anos, quando a bolsa de Shangai caiu -8,8%. Já são cinco sessões de quedas da bolsa asiática. Só na última semana, a queda no principal índi

Ibovespa cai -1,99% no dia e acumula queda de -10% no mês

O Ibovespa fechou o dia com queda de -1,99% a 45.720 pontos, influenciado principalmente pelo desempenho das bolsas internacionais, que seguiam em queda devido dados fracos da China e o pessimismo de seus investidores com o crescimento do país. Também seguia no radar, a provável saída do vice-presidente Michel Temer da articulação política. As bolsas europeias também registravam baixa em cerca de -1%, por conta dos temores com a China e a tensão no cenário grego, depois que o primeiro ministro Alexis Tsipras renunciou ao cargo, convocando eleições antecipadas. A lista de maiores quedas foi liderada pela Oi (OIBR3) com queda de -7,98%, Cesp (CESP6) que caiu -6,84%, Rumo (RUMO3) com queda de -

Bolsas asiáticas caem forte pelo 2º dia consecutivo

Nessa sexta-feira, as principais bolsas da Ásia voltaram a cair depois de dados fracos da China, mesmo com o sinal de investimento do governo em companhias chinesas. O indicador que mostra a atividade industrial do país (PMI) caiu a 47.1 em agosto, ante 47.8 de julho. Ontem o Banco Central da China injetou 120 bilhões de iuanes (aproximadamente 18,8 bilhões de dólares), no mercado monetário. Só na semana, já foram investidos 150 milhões de iuanes. Cerca de 30 empresas chinesas listadas em bolsa divulgaram que investidores apoiados pelo governo detêm fatias nas companhias, como forma de tranquilizar o pânico do mercado após a queda forte de 6% na cessão de terça-feira. Mesmo assim, as ações

Mundanças no FGTS; Entenda o impacto

A proposta de mundaça no FGTS que era considerada mais um item da lista de “pautas-bomba”, foi aprovada pela Câmara de Deputados essa semana, em uma votação simbólica. Com a aprovação, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) terá correção equiparada ao da poupança. A proposta foi recebida com crítica pelo Planalto, já que terá grande impacto nos cofres públicos, além disso, a mudança afetará o programa que o governo tem como “a menina dos olhos”, o “Minha Casa, Minha Vida”. A proposta passará agora por votação no Senado. Entenda quais os impactos causados pela proposta aprovada: Atualmente a taxa praticada para correção do FGTS é de 3% mais a Taxa Referencial (TR), que fica em torno

Ibovespa fecha estável a 0,13% com alívio no fim do pregão

O Ibovespa fechou com alta tímida de 0,13% a 46.649 pontos, se recuperando no fim do pregão após queda influenciada pelo exterior durante o dia. A reversão do índice ocorreu após melhora nas ações de empresas do setor financeiro e Vale, alguns analistas acreditam que o fenômeno é devido correção técnica, por conta das frequentes quedas dos papéis na véspera. Durante a manhã, o índice brasileiro chegou a atingir mínima de -1,20%, seguindo preocupações norte-americanas, além da tensão com o cenário político brasileiro, que aguardava pela acusação do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A denúncia foi oficialmente confirmada hoje no fim

Ibovespa cai -1,82% em dia pessimista para mercado doméstico

O Ibovespa fechou o dia com queda de -1,82% a 46.588 pontos, teve a queda amenizada pela ata da FOMC divulgada às 15h, que diminuiu a tensão do mercado pela expectativa de alta dos juros dos EUA ainda em setembro. As apostas de uma subida nos juros em setembro caíram de 50% para 36%. O índice chegou a atingir mínima de -3,10% com a junção de diversos drivers do mercado doméstico, dentre eles a aprovação da proposta que altera de atuais 3% para mais de 6% a correção do FGTS; assinatura do Banco do Brasil, comprometendo-se a liberar R$ 3 bilhões de reais às indústrias automobilísticas e ainda a prévia do PIB pelo Banco Central, mostrando uma retração de 1,89% no segundo trimestre. A lista de m

Prévia do PIB pelo BC mostra contração no 2º trimestre

O Banco Central divulgou uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto) do 2º trimestre, indicando que a economia teve uma queda maior de abril a julho deste ano, de 1,89% e uma recessão técnica, quando dois trimestres seguidos têm recuo do PIB. O dado oficial será divulgado no dia 28 de agosto. Entre janeiro e março a economia já havia registrado contração de 0,88% segundo o índice do BC, e 0,2% segundo os dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que busca ser uma espécie de “prévia do PIB”, afundou 1,89% no 2º trimestre em comparação aos três meses anteriores (janeiro a março). O dado oficial sobre o PIB será divulgado

Ibovespa sobe 0,50% com recuo de senadora sobre JCP

O Ibovespa fechou com alta de 0,50% a 47.451 pontos, chegando a saltar mais de 2,5% da mínima, com disparada dos principais papéis afetados pelo novo posicionamento da senadora Gleisi Hoffmann. Em documento disponibilizado no site do Senado, Hoffmann afirma que “não há convergência imediata” para debater matérias que tratam o JCP e que não há um ambiente propício para avançar. A mudança no posicionamento da senadora veio em meio à afirmação do líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), de que votará contra a MP, se a ex-ministra da Casa Civil insistir em propor o fim gradual do benefício fiscal a empresas. Com a novidade, papéis dos principais bancos do índice brasileiro subiram, Banco

Petrobras pode ter que pagar multa recorde nos EUA de US$ 1,6 bi

A Petrobras poderá ser condenada pelas autoridades norte-americanas a pagar uma multa recorde de pelo menos US$ 1,6 bilhões de dólares (equivalente a R$ 5,6 bilhões de reais) para encerrar as investigações criminais e civis nos Estados Unidos, segundo fonte próxima aos advogados da companhia. O papel da petroleira vem sendo investigado nos EUA sobre o prejuízo causado à diversos investidores estrangeiros por conta da corrupção. Eles alegam que a companhia forjou comunicados e declarações falsas relacionados ao valor da Petrobras, às despesas e sobre as políticas da companhia. O processo que deve multar a Petrobras pode levar dois a três anos para ser encerrado, segundo fonte ouvida pela Reut

Ibovespa cai -0,61% após dia de protestos pelo Brasil; Impacto fraco segundo analistas

O Ibovespa fechou o dia de ontem com queda de -0,61% e 47.217 pontos, um dia após as manifestações pelo país e, conforme previam alguns analistas, tiveram pouco impacto no mercado. O dólar também não sofreu tanto impacto, oscilando -0,02%. Informações do exterior também influenciaram o índice brasileiro, com a queda do Empire State Index, que lê dados do setor de manufatura em Nova York. A lista de maiores quedas foi liderada pela Oi (OIBR3) com queda de -9,91%, JBS (JBSS3) com queda de -4,84%, Ecorodovias (ECOR3) com queda de -4,29%, Cosan (CSAN3) com queda de -3,47% e Sabesp (SBSP3) com queda de -2,67%. O lado positivo nas negociações de ontem foi liderado pela Hering (HGTX3) com alta de 8